Entrevista com TNY

 In Entrevistas em Pirenópolis

TNYA banda goianiense TNY (The Not Yet Famous Blues Band), composta por André Mols na guitarra e voz, Carlos Foca no contrabaixo e Fred Valle na bateria foi destaque do Festival Internacional de Música em Goiás (Figo) e empolgou a plateia com seu blues tradicional, com letras cantadas em inglês.

Com um som bem característico do blues, a TNY tocou músicas próprias de sua carreira de mais de 20 anos. O Agita Pirenópolis fez uma entrevista exclusiva com a banda, confira abaixo:

Quais são as principais referencias músicas da banda?     

As referências musicais da banda são muito variadas hoje em dia. Os principais pontos de convergência, no que diz respeito ao som produzido atualmente pela banda gira em torno do rock, do blues e do jazz produzidos a partir dos anos 60.

O que acharam desta última passagem pela cidade? Como foi voltar em Pirenópolis depois de tanto tempo?

A última vez que estivemos em Pirenópolis foi a aproximadamente um ano. É muito bom constatar a maneira positiva, educada e elegante com as quais a cidade recebe eventos de natureza cultural tais como o Canto da Primavera e agora o FIGO. É super importante sentir que na cidade não há diferenciação para o público entre as atrações que participam desses eventos.

Visitaram algum lugar antes do show?

Desta vez não houve tempo, mas sempre que voltamos à cidade fazemos o possível para visitar suas belas cachoeiras e paisagens naturais, além da famosa Rua do Rosário.

Qual foi à sensação de fazer parte da primeira edição do Figo 2013?

É a sensação de dever cumprido. A banda foi a primeira a tocar e difundir o blues em Goiânia e região, a mais de 20 anos atrás e ficamos extremamente felizes tanto com a iniciativa do Governo Estadual em promover o evento como também com o convite da SECULT. O festival foi um sucesso e tem tudo para se tornar exemplo permanente e de grande importância no calendário cultural do Estado de Goiás.

Quais foram os resultados do oitavo CD (Rocking Horse), após seis anos sem lançar um CD com músicas inéditas?

Os resultados até agora foram os melhores possíveis. O intervalo entre discos foi necessário para consolidar a incorporação de influências diversas. Um disco, assim como um livro, um filme ou um quadro é a representação simbólica e transcendental da alma do artista, e como tal, deve ser experimentado como prova contundente deste ser no mundo. O disco Rocking Horse é prova disso. Sua repercussão atesta que sua mensagem foi transmitida com eficácia.

Entrevista com TNY
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